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Macacos são encontrados mortos no sudoeste, e equipes de saúde suspeitam de febre amarela

Segundo a 7ª Regional de Saúde, animais foram localizados em propriedades rurais e serão examinados pelo Lacen. Equipes de saúde reforçaram a vacinação na região.

07/11/2020 10h50
Por: Redação
Fonte: G1 Paraná
Foto: 7ª Regional de Saúde/Divulgação
Foto: 7ª Regional de Saúde/Divulgação

Cinco macacos foram encontrados mortos em Coronel Domingos Soares e Mangueirinha, no sudoeste do Paraná, segundo a 7ª Regional de Saúde. A suspeita é que os macacos tenham morrido por causa da febre amarela.

Os animais foram encontrados na quarta (4) e quinta-feira (5). Um deles foi encaminhado para o Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen) para que seja feito o exame que indicará se o macaco morto estava com a doença ou não. O resultado deve ser divulgado em até sete dias.

De acordo com a regional, Mangueirinha registrou caso de febre amarela em junho de 2020.

Os órgãos de vigilância no sudoeste têm intensificado a vacinação contra a febre amarela, principalmente, na região rural da região.

A 7ª Regional de Saúde orienta aos moradores que ao encontrarem macacos mortos, comuniquem a vigilância sanitária do município. O registro é importante para traçar um panorama da dispersão da doença no sudoeste.

De acordo com a regional, os macacos servem como sinalizadores da doença, permitindo que os órgãos de saúde reforcem a importância da imunização com os moradores.

Matar animais, como os macacos, é crime ambiental e atrapalha o trabalho de monitoramento da doença.

A recomendação da regional é de que a população não mate os macacos, pois eles servem como uma proteção, fazendo com que os mosquitos responsáveis pela transmissão da febre amarela permaneçam na mata e não procurem pelos moradores na área urbana.

De acordo com a Secretaria do Estado da Saúde (Sesa), foram registradas 299 mortes de macacos contaminados pela febre amarela no Paraná. Os dados são do último ciclo de monitoramento, levantados entre 2019 e 2020. No período, não foi registrado nenhum casos da doença em humanos.

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